Sustentabilidade
02/09/2016 2 min de leitura

Impressão 3D e os Jogos Paralímpicos

A impressão 3D é uma tecnologia relativamente nova e que atrai a curiosidade e imaginação de muitos. Será que logo poderemos imprimir comida? Ou dinheiro?

A impressão 3D é uma tecnologia relativamente nova e que atrai a curiosidade e imaginação de muitos. Será que logo poderemos imprimir comida? Ou dinheiro? É o que muitos perguntam. O que poucos sabem é que ela já vem sendo muito usada na medicina. E garantindo excelentes resultados e, até mesmo, salvando vidas.

Desta vez, os holofotes estarão em Denise Schindler, uma ciclista alemã que vai competir nos jogos do Rio 2016 com uma prótese criada pela Autodesk, empresa famosa por criar diversos softwares 3D, como 3ds Max, Maya e CAD.

Denise perdeu a perna em um acidente quando tinha apenas dois anos de idade. Ela conquistou uma medalha de prata nos Jogos Paralímpicos de Londres, em 2012, além de outras duas medalhas de prata e de bronze no Campeonato Mundial de Paraciclismo.

A perna protética foi resultado de uma parceria entre a atleta e a Autodesk, muito conhecida pelo software AutoCAD. Antes dessa parceria, a prótese da alemã era feita à mão, por profissionais que fundiam gesso e o refinavam durante semanas. Esse processo demorava até 10 semanas e tinha um custo altíssimo.

A prótese impressa em 3D demorou apenas cinco dias para ficar pronta e custou 25% do preço da versão artesanal, sem afetar a qualidade. Foram feitas 52 versões digitais da prótese, até chegar no resultado perfeito para a atleta.

A atleta elogiou o conforto da prótese e acredita ser um verdadeiro avanço o desenvolvimento de uma prótese bem ajustada e que não comprometa o desempenho, em um tempo menor e com um custo menor que o dos meios tradicionais.

Com a popularização da impressão 3D, com certeza veremos cada vez mais atletas utilizando essa incrível tecnologia.

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