Inovação
02/09/2016 4 min de leitura

Por mais salas de aula com tecnologia

Por muito tempo as tecnologias foram demonizadas por profissionais da educação por dispersar a atenção dos alunos e dificultar a aprendizagem de conteúdo. Por um lado eles têm um ponto: Não há dúvidas de que os alunos ficam mais dispersos com a disseminação de tecnologia.

Por muito tempo as tecnologias foram demonizadas por profissionais da educação por dispersar a atenção dos alunos e dificultar a aprendizagem de conteúdo. Por um lado eles têm um ponto: Não há dúvidas de que os alunos ficam mais dispersos com a disseminação de tecnologia. Por outro, essa é uma possibilidade enorme que se apresenta, e que somente os professores mais sagazes têm utilizado: por que não usar tecnologia em salas de aula para despertar a atenção da geração que já nasceu conectada?

É inegável que o perfil dos estudantes mudou muito nos últimos anos. As gerações X, Y, Z nascem cada vez mais conectados, e às vezes a melhor forma é justamente utilizar algo que está no dia a dia desses estudantes para subverter esse dilema! Esse é cada vez mais o grande desafio das escolas tradicionais. Segundo a pedagoga, Paula Margues, a falta de estrutura por parte das instituições de ensino, em especial, públicas e a falta de familiaridade do lado dos professores dificulta a integração de tecnologia e ensino.

Se antigamente filmes e músicas eram o máximo de recursos que os professores tinham à disposição, hoje em dia tablets e notebooks se tornam grandes aliados por representar a possibilidade de um recurso interativo de apoio ao conteúdo ensinado. Existem até mesmo algumas escolas que já liberam o uso de gadgets em sala de aula para cada estudante, enquanto outras liberam apenas para o professor. A segunda tela, já tão explorada em termos de televisão, pode ser explorada também na sala de aula.

Outro ponto chave desse processo é a diversão. Estudos mostram que os alunos retêm melhor na memória, conteúdos que lhes foram marcantes e divertidos. Todos esses motivos são mais do que suficiente para motivar os professores a pensar em como usar a tecnologia em função do aprendizado, e eles, mais do que ninguém, devem estar preparados para essas mudanças.

Legal aprender assim, né?

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