Inovação
01/03/2018 4 min

Tempo de leitura

Bitcoin: a criptomoeda da moda

Inovação garante valorização do dinheiro e segurança nas transações

Você já ouviu falar em bitcoin? Com certeza, a criptomoeda andou chamando bastante atenção em 2017 ao atingir 1.800% de valorização ao longo do ano. A bitcoin é uma moeda que não existe fisicamente. É totalmente virtual. Sua emissão não é controlada por um banco central. Ela é produzida de forma descentralizada por milhares de computadores, mantidos por pessoas que “emprestam” a capacidade de suas máquinas para criar bitcoins e registrar todas as transações feitas.

Na criação de uma bitcoin, chamada de “mineração”, os computadores competem entre si na resolução de problemas matemáticos. Quem ganha, recebe um bloco da moeda. O nível de dificuldade dos desafios é ajustado pela para que a moeda cresça dentro de uma faixa limitada, que é de até 21 milhões de unidades até o ano de 2140.

O valor da bitcoin segue as regras de mercado, quanto maior a demanda, maior a cotação. A criptomoeda tem alta volatilidade. Em 2014, sofreu forte desvalorização, mas retomou a alta nos anos seguintes. No ano passado, o interesse pela bitcoin explodiu. A criptomoeda valorizou 1.400% e atingiu a maior cotação da história: US$ 19,3 mil.

Mas o que muita gente ainda não sabe é que por trás do bitcoin existe uma tecnologia que garante a segurança de suas transações, e ainda a autenticidade das trocas e do surgimento de novas moedas. Essa tecnologia é a blockchain.

A blockchain não é uma tecnologia exclusiva do bitcoin, apesar de ter surgido junto com ele. É basicamente uma forma de estruturar dados em cadeia. Imagine um livro de registros em que, por exemplo, um comprador A adquire um produto de um vendedor B. A blockchain funciona registrando transações diretas entre A e B, aglomerando muitas trocas de uma vez, em blocos. Essa é a parte dos blocos em block. Para garantir o anonimato entre A e B, todo o processo é criptografado, com exceção do objeto da troca em si. Dessa maneira, podemos ter sistemas disponíveis para consulta pública, como é a blockchain do bitcoin, mas ao mesmo tempo preservando o anonimato. Por se tratar de uma rede compartilhada e descentralizada, em que ninguém tem o controle exclusivo dela, cada nova transação exige uma autenticação feita por cálculos matemáticos realizados por todos os computadores da rede que vão determinar sua legitimidade, barrando qualquer registro fraudulento.

VOLTAR

Gostou da notícia? Esse artigo te fez pensar diferente?

Curta quantas vezes quiser e mostre o quão relevante foi esse conteúdo pra você!

Conta pra gente o que você achou e comece uma conversa!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Artigos relacionados