Inovação
06/09/2018 3 min

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Brasil a caminho da independência tecnológica

Iniciativas tentam retomar desenvolvimento para gerar mais pesquisas do país em inovação

Para levar a todo o setor produtivo o conceito 4.0, incorporando inovações como nanotecnologia, robótica e Internet das Coisas, já presentes em alguns segmentos, o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) tem o programa “Manufatura Avançada”, elaborado após debates com especialistas, pesquisadores e empresários. Para isso, a ação prevê medidas como a isenção de impostos para empresas que investirem em pesquisa, além de ajustes nos programas de financiamentos públicos para atender projetos nessa área.

Segundo a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, o país é hoje detentor de inovações em campos fundamentais como energias limpas e agricultura. De acordo com o ministério, a meta é melhorar a posição do Brasil no Índice de Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial, que caiu para 81º em 2016, contra 48º 2013, e no ranking da Organização Mundial da Propriedade Intelectual, onde está em 69ª posição, contra 64ª em 2013.

A Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), empresa pública de fomento, assinou no começo deste mês com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) um acordo para aporte de  US$ 703,6 milhões para o programa “Inovar para Crescer”.  O empréstimo será destinado a custear avanços tecnológicos que aumentem a produtividade das empresas brasileiras, especialmente nos setores de química, mineração, biocombustíveis, saúde e tecnologia da informação, entre outros.  A agência também conduz o programa Finep Startup, com subvenção de até R$ 1 milhão para empresas com soluções inovadoras. Uma das companhias já apoiadas, a Byond, especializada em Internet das Coisas para manufatura avançada, foi eleita a startup mais inovadora da América Latina nesta categoria no Innovation Awards Latam, concorrendo com 800 inscritos de 11 países.

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