Educação
06/04/2016 4 min de leitura

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Como perceber o uso em excesso?

Se atentar aos sinais é sempre muito importante.

O tempo de acesso à Internet nem sempre representa um problema. Para avaliar se o uso da tecnologia está prejudicando o desenvolvimento de uma criança ou adolescente, não devemos estabelecer apenas a quantidade de tempo de uso, mas também a qualidade deste uso. O uso pode ser criativo, desenvolver capacidades e habilidades, agregar conhecimento, mas também pode ser empobrecedor. É importante que os pais avaliem cada caso e percebam sinais.

Veja se seu filho exagera no uso da Internet:

• Ele tem dificuldade para controlar, diminuir ou interromper o tempo que passa on-line?

• Não consegue estudar nem fazer as tarefas da escola porque fica navegando na Internet?

• Qualquer tempo livre que tem passa na Internet?

• Conversa mais com os amigos on-line do que com amigos fora da Internet?

• Esquece de comer ou ir ao banheiro para ficar jogando?

• Prefere ficar on-line a fazer qualquer outra atividade off-line?

• Fica ansioso e/ou nervoso quando está sem acesso à Internet?

• Só consegue pensar e se preocupar em ter acesso à Internet em qualquer situação?

• A criança não consegue cumprir todas as suas obrigações, como tarefas em casa e deveres da escola, porque está sempre na internet.

• Em sala de aula o rendimento cai e muitas vezes a criança ou o adolescente tem sono ou dificuldade de concentração.

• Sente irritação e ansiedade quando não pode ficar conectado.

Dicas para os pais e responsáveis:

• Proibir o uso não educa, nem previne. Diálogo e negociação são palavras-chave para estabelecer regras e limites.

• Faça um acordo estipulando limites e horários, negocie possíveis sanções se o acordo não for cumprido.

• Lembre-se que quanto menor for a criança, menor deve ser o tempo de uso.

• Um desenvolvimento saudável é aquele rico de oportunidades de aprendizagem e lazer, diversifique as oportunidades que oferece ao seu filho.

• Incentive a busca de soluções criativas dos próprios adolescentes e jovens, envolvê-los no problema.

• Para filhos adolescentes, perguntar como pode ajudá-los pode ser o primeiro passo para mudanças, pois abre oportunidades para eles se colocarem e participarem das escolhas e das soluções.

• Se notar que está ficando obcecado ou fixado numa coisa só, é hora de mudar.

• Se não perceber que não consegue estabelecer limites e saber a hora de parar, peça ajuda

• A escola tem um importante papel na medida em que pode orientar a família dos alunos a negociar limites e estabelecer regras

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