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Gamificação: divertir para ensinar

Gamificação: divertir para ensinar

Elementos lúdicos ajudam a fixar conteúdos e incentivar pessoas. É o que revela a aderência cada vez maior de empresas e institutos de ensino à gamificação.

O método pressupõe o uso de técnicas e design dos games em contextos diversos, seja um treinamento para funcionários ou um programa de fidelização de clientes.

Relatório da MarketsandMarkets aponta que esse mercado deve atingir um faturamento global de US$ 11,1 bilhões em 2020, uma expansão fenomenal se consideramos que em 2015 esse patamar era de apenas US$ 1,65 bilhão.

Estudo da Gallup identifica que o recurso aumenta a produtividade dos empregados em até 30% e que 70% das 2 mil maiores companhias globais já contam com pelo menos uma ação gamificada.

Mas por que a gamificação é tão eficaz? Especialistas afirmam que o segredo está em explorar comportamentos e tendências inerentes ao ser humano.

Como a curiosidade, o desejo por conhecimento, por se destacar, ser relevante, competir, conquistar, cooperar e pertencer à comunidade.

Tudo isso aliado ao gosto natural por jogos e a maior inclinação a interagir com atividades lúdicas.

Exemplo de aplicação bem-sucedida, a Deloitte criou o Leadership Academy, programa de treinamento interno que engloba conteúdo interativo e multimídia, possibilitando que cada colaborador customize o aprendizado conforme suas necessidades.

Quando completa suas “missões”, ganha o direito de compartilhar suas conquistas em suas redes sociais. Há ainda uma tabela de classificação geral, em que os melhores “gamers” são divulgados para toda a organização.

Já a Accenture implementou  a “Accenture Land”, em que os funcionários devem construir suas próprias cidades e ganham prêmios se respondem corretamente a questões sobre consultoria.

Diferente dos games tradicionais e outras ferramentas de TI, a gamificação exige uma abordagem única, baseada em histórico, posicionamentos, metas, recompensas, para que não seja apenas uma distração sem maiores efeitos.

O mercado demanda profissionais com essas habilidades específicas e diversos cursos já oferecem essa formação.

Fonte: Vivo Dialogando - Gamificação: divertir para ensinar (2018)

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