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Iniciativa digital fortalece a formação de novas famílias

Iniciativa digital fortalece a formação de novas famílias

Planos de ter filhos e formar famílias. A iniciativa de um grupo de cerca de 400 pessoas LGBTQI+ que criaram páginas no Facebook para discutir e compartilhar essas ideias se disseminou pela internet.

Logo depois, o grupo deu origem à criação da Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas (ABRAFH).

O movimento, impulsionado pelas telas de dispositivos tecnológicos evoluiu para um encontro nacional com a presença de 40 famílias. E com sua expansão, acabou se tornando uma organização civil constituída.

Tudo isso conquistado por meio do uso das redes sociais, que fortaleceu e ampliou o debate na busca da troca de experiências e apoio. A luta é para garantir os direitos e a proteção das crianças inseridas nessas novas formações familiares.

Na era da sociedade conectada, a tecnologia oferece importantes ferramentas para aproximar essas famílias e levar informações que ajudem a esclarecer, conscientizar e combater preconceitos.

Nas redes

No Facebook, um post de uma criança sobre seu amor aos pais adotivos, um casal homoafetivo,  teve grande repercussão. Foram mais de 48 mil curtidas e 12 mil compartilhamentos.

Já no Instagram, perfis marcam a representatividade desses novos núcleos familiares. Como o Gays With Kids, que traz fotos incríveis de pais e filhos, tem mais de 105 mil seguidores.

As novas famílias estão provocando uma série de transformações e estimulando as pessoas a reavaliarem velhas concepções de vida.

Muitas campanhas que abordam as novas composições familiares têm ganhado grande repercussão. Uma delas é a da Vivo.

Com o slogan “Viva mais as novas famílias” e a hashtag #SaberAmar, retrata situações comuns e emocionantes do dia a dia. Afinal, a diversidade das novas composições familiares é a realidade da maioria das famílias brasileiras.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje 50,1% dos lares no país apresentam uma organização diferente da tradicional, não só como as uniões homoafetivas – com dois pais ou duas mães.

Foram contabilizadas também aquelas em que apenas um dos pais cria os filhos, ou os avós, e até mesmo alguém sem nenhum parentesco. Sempre unidos pelos laços afetivos.

Para conhecer a associação das famílias ou fazer parte dela, clique aqui.

Fonte: Vivo Dialogando - Iniciativa digital fortalece a formação de novas famílias (2018)

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