Foi com muita alegria, mas também com grandes expectativas, que recebemos, nos bastidores do Dialogando, a notícia da Política Nacional de Educação Digital (Pned – Lei 14.533/2023) – lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro, com medidas de estruturação e incentivo ao ensino de computação, programação e robótica, dentre outras competências digitais, nas escolas.
Claro que se você for entusiasta da educação como a gente, deve estar louco para entender como a nova lei se soma aos dispositivos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que também versam sobre a educação digital no ensino fundamental e no ensino médio.
Mas como tornar aquilo que é, por hora, verso, em realidade que impacte a vida de milhões de estudantes — e, consequentemente, de todas as pessoas?
Se você é educador ou gestor de escola, deve estar com a pulga atrás da orelha, achando que a BNCC não avançou muito na pauta e que a Política Nacional de Educação Digital deverá seguir o mesmo caminho, não é mesmo?
Por isso, para te explicar melhor e te munir de esperanças, convidamos um de nossos aliados para contar mais sobre as perspectivas e desafios da nova lei.
O convidado da vez
Falamos de Rodrigo Nejm, , associação civil de direito privado, sem fins lucrativos, sem vinculação político-partidária nem religiosa, com foco na promoção e defesa dos Direitos Humanos na Internet no Brasil.
Pense em um cara maluco por tecnologia que vem repensando nosso comportamento com o mundo virtual, especialmente agora, que é pai de um pequeno de apenas três aninhos?
Para Nejm, tecnologia nos dá poder para melhorar a vida das pessoas ou não, por isso, ele mesmo vem repensando sua própria relação com os dispositivos digitais: “estou cada vez mais convencido de que é indispensável termos momentos de desconexão do mundo virtual para nos conectar com a gente mesmo e as pessoas, de outras maneiras”, ele diz.
Dê o play, e confira!